Série Vida Plena – Parte 09
“Domínio Próprio”

Sem o domínio próprio, podemos perder todos os demais frutos; toda a colheita. Ele guarda os demais “gomos” e nos impede de agirmos na carne, nos direcionando ao Espírito Santo.

Enkrateia- no grego, maestria/ domínio.

O domínio próprio é um alarme no nosso espírito. É a capacidade de não sermos dominados por nada.

Não tropeçamos em montanhas, tropeçamos em pequenas pedras que estão no meio do caminho. E o domínio próprio nos protege das pedras, das ciladas e dos problemas.

Exemplos negativos:
* Eva não teve domínio próprio diante da árvore do conhecimento do bem e do mal.
* Caim irou-se contra seu irmão apesar de Deus tê-lo alertado. Deus avisou que ele deveria dominar sobre o sentimento de inveja que sentia.
* Davi era um homem segundo o coração de Deus, mas desejou uma mulher casada. Adulterou! Não controlou seus desejos.
* Salomão construiu o Templo, foi o homem mais sábio da Terra, mas diante de tantas riquezas e mulheres, se perdeu servindo a outros deuses.
* Ananias e Safira venderam seus patrimônios e trouxeram aos pés dos apóstolos, mas mentiram para o Espírito Santo.

Exemplos Positivos:
* José, assediado pela mulher de Potifar, fugiu porque controlava suas emoções.
* Nenhuma tentação pode ser mais forte do que a semente do domínio próprio.

* Daniel diante de um banquete do rei resolveu não se contaminar.
* Jesus, na tentação do deserto.

Como alcançar essa semente?
Só desfrutamos do Espírito Santo quando damos espaço pra Ele e mortificamos nossa carne.
Não depende de força humana, é uma semente do Espírito Santo. É Ele quem nos protege dos nossos próprios desejos. Por isso precisamos desfrutar de Sua presença.

Quem tem domínio próprio:

1- tem certeza de uma vida nova em Cristo Jesus e força suficiente pra viver em novidade de vida.
2- vive a natureza divina na Terra. É um ser pleno e espiritual; um cidadão do céu!
3- tem escolhas de cura pra vida cristã e experiências com Deus que o capacitam a enfrentar as dificuldades.
4- é responsável pelas melhores colheitas.

Os que pertencem a Jesus crucificaram a carne com suas paixões e desejos, com os pregos do domínio próprio.

Série Vida Plena – Parte 08
“Mansidão”

A vida plena para quem planta mansidão.

Esse fruto nos deixará alertas para a manifestação da nossa carnalidade. Se não estamos alertas, nossa capacidade de razão desaparece e caímos nas armadilhas da ira.

Nosso amor por Deus será testado nesses dias e provaremos se temos ou não o fruto da mansidão.

Apenas duas pessoas foram chamadas mansas na Bíblia, Moisés (que no dia de fúria, matou um Egípcio) e Jesus (que virou a mesa dos cambistas no templo, num momento de indignação profética).

A mansidão não é um traço de personalidade, mas algo gerado espiritualmente. Precisamos desconstruir essa mentalidade de mansidão humana que temos.

Ser manso não é um atributo natural, não é uma boa índole ou permanecer passivo diante dos problemas. Ao contrário, são pessoas que se posicionam contra erros e injustiças, mas com mansidão, sem fazer o mal ou produzir desgraça na vida de alguém.

Mansidão, no grego é prautés, que indica uma força gentil. É muito mais do que controlar sentimentos, é ter um temperamento controlado pelo Espírito, ser submisso à vontade de Deus e de seu controle.

Manso é quem morreu para si mesmo e não reivindica direitos.

Por que devo ser manso?

1- Jesus é o modelo de mansidão. Ele nos ensina a aprender com Ele, que é manso e humilde de coração. Ele precisou ser manso para suportar o seu martírio na cruz.
2- A mansidão faz com que se ajunte brasas na cabeça dos nossos inimigos, faz com que um inimigo se torne amigo.
3- A mansidão gera satisfação. Jesus chama os mansos de bem-aventurados (felizes) e diz que estes herdarão a terra.
4- A mansidão me fará ter uma herança eterna. Os mansos vivem o melhor que a terra pode dar. O ímpio pode ter abundância de dinheiro, mas o manso tem abundância de paz.
5- Quem escolhe a mansidão pode trazer o Céu para a Terra, vencendo as aflições e experimentando o Reino de Deus em vida.
6- Desfrutarão de uma Terra restaurada.

Não há como resistir aos dias maus em que vivemos, sem a mansidão.

Série Vida Plena – Parte 07
“Fidelidade ”

A fidelidade, fruto do Espírito, não tem a ver com quantidade, mas com fé aplicada, tanto no pouco quanto no muito.

Vem do grego PISTIS, indicando a confiança que depositamos em alguém que é fidedigno, mas também a característica desse alguém digno de confiança. Se você é fiel na sua fé, terá a semente da fidelidade. Estes são os que não renunciam a sua fé no dia da dificuldade.

A palavra diz que Deus é pistos (fiel), digno de nossa confiança, e Ele requer de nós essa mesma fidelidade que possui, mas ao mesmo tempo, não depende disso para manter-se fiel às Suas palavras e Seu caráter, porque é imutável.

Para Deus não importam as condições, se são dias de abundância ou escassez, mas nossa fidelidade neles.

Ela é um dom de Deus, uma manifestação da fé entre Deus e aquele que crê. Amor e reverência ao Senhor são qualidades importantes, mas a fidelidade é imprescindível. Aqueles que recebem algo de Deus e depois o abandonam, nunca entenderam o que é fidelidade. Deus procura filhos maduros e confiáveis.

Vemos diversos exemplos de fidelidade na Bíblia:

  • José, que foi vendido como escravo por seus irmãos, preso, mas se manteve fiel e Deus fez dele governador do Egito;
  • Jó, um homem que era o mais próspero de sua terra, foi provado em todas as áreas de sua vida, mas por sua fidelidade, o Senhor restituiu tudo em dobro;
  • Daniel e seus amigos negaram as iguarias do Rei, a idolatria, mantendo seus princípios e provaram grandes livramentos e honra da parte de Deus;
  • Estevão foi perseguido e apedrejado, mas tinha boa reputação, era cheio do Espírito Santo e sabedoria, entregou sua vida pelo Evangelho, então, recebeu a vida eterna e testemunho da sua fidelidade.

Quais são as estratégias para que essa semente não seja roubada?

1- Guarde bem toda a profecia e depósito de fé feito em sua vida, elas serão como combustível nos dias ruins;
2- Lute como um bom soldado de Cristo por sua fé, combatendo o bom combate;
3- Nunca contamine a sua fé e mantenha uma boa consciência.

Viva uma vida que glorifique o nome de Jesus, escolhendo o caminho da fidelidade, porque temos uma aliança com Ele!

Série Vida Plena – Parte 06
“Bondade”

O que o homem semear também colherá. Não há como exigir fruto do Espírito, se não plantarmos.

Bondade no grego é Agathos, uma inclinação sempre voltada para o bem. Deus possui muitos atributos, mas uma das primeiras manifestações é a bondade. Ela não é apenas boas obras, mas obras geradas pelo Espírito, caso contrário será caridade.

O evangelho que pregamos é de contracultura, pois o mundo prega a malícia, o egoísmo, mas aqueles que vivem pelo Espírito, vivem inclinados para o bem e isso gera uma boa autoestima naqueles que a praticam.

O pecado revela que precisamos dessa semente, nosso coração demonstra que não a temos naturalmente. Então, como plantar essa semente?

1- Estude a Palavra de Deus: quando estudamos a palavra, estamos sendo podados, exortados e levantados por Deus. Faremos prova de nossas atitudes, comparando com a Palavra de Deus.

2- Proteja sua mente: se tivermos um olhar bondoso, todo nosso corpo e mente serão bons. Teremos uma vida leve e cheia de luz.

3- Desenvolva convicções profundas: só conseguiremos manter as sementes com convicções profundas. Elas precisam ser plantadas em lugares profundos, para que as aflições e circunstâncias não nos roubem, assim não teremos mais opiniões e sim convicções. Opinião defendemos, a convicção nos defende nos dias de crise. Opinião nós discutimos, convicção é por aquilo que se necessário, morremos.

4- Crie coragem para ser diferente: Deus nos chamou para sermos diferentes do mundo. Que a nossa vida dê o exemplo em todas as coisas.

5- Permaneça junto com a Igreja: Se a Igreja não fosse boa e útil, Jesus não a teria fundado. É neste lugar onde recebemos o adubo para que a semente cresça.

Não podemos nos cansar de fazermos o bem, porque no tempo oportuno colheremos!

Série Vida Plena – Parte 05
“Gentileza”

A colheita abundante só é vivida quando consigo manifestar todos os frutos dessa semeadura, vivendo uma vida à imagem e semelhança de Cristo Jesus.

Amabilidade em grego é chrestotes, que engloba um tipo de pessoa prestativa, se tornando benevolente com qualquer situação adversa.

Se quisermos ser pessoas gentis, precisamos nos condicionar a isso, como um exercício físico.

Esse tema permeia o novo testamento. Todos viviam sob o império romano, um ambiente bem hostil, mas ainda assim, os cristãos precisavam ser amáveis.

Mesmo quando não concordamos com algo, mesmo vivendo num ambiente hostil, numa sociedade sem princípios e temor a Deus, não podemos deixar de ser amáveis.

A gentileza é um fruto do espírito que se exerce com todos e nasceu no coração de Deus. Este fruto tem a ver com educação e santificação.

1- A gentileza deve ser recíproca. Para exigirmos, antes precisamos ensinar. A falta de gentileza tem tornado os cristãos mal educados e brutos.

2- A gentileza conduz as nossas vidas ao arrependimento. As pessoas serão constrangidas por nosso posicionamento amável. É uma inclinação generosa do nosso coração às outras pessoas, sem esperar nada em troca. O amor produz arrependimento.

3- A gentileza leva as pessoas ao perdão. A nossa amabilidade reflete o coração do Pai.

4- Você estará levando a instrução de Deus. Precisamos instruir as pessoas em gentileza!

5- A gentileza é poderosa! Devemos nos revestir de amor, que é o elo perfeito. A amabilidade é uma retribuição incondicional de Deus.

6- A gentileza nos faz melhores. Quem escolhe a amabilidade de Deus, escolhe crescer, ser melhor e ter o poder eterno do amor.

Não devemos nos eximir das nossas responsabilidades e posicionamentos como cristãos, mas exercê-los com amor.

Quer ser honrado por Deus? Invista na gentileza!

Série Vida Plena – Parte 04
“Paciência”

A semente que plantarmos, nós colheremos. Não há como colher fruto do Espírito, se não plantarmos a semente do Espírito.

Fruto do Espírito Santo: 1 único fruto, com 9 gomos.

O que semear, isto também colherás!

Só tem vida plena no Espírito quem aprender a plantar a PACIÊNCIA.

Exorte com toda PACIÊNCIA e doutrina.
Exortação levanta… ampara para o crescimento. Quem exorta e quem é exortado precisam de PACIÊNCIA para construir uma vida com Deus em plenitude.

Nem todos que têm paciência, têm Jesus; mas todos que têm Jesus, precisam ter paciência.

Makrothumia (grego) – paciência exercida por Jesus. Esta é a semente do fruto do Espírito!

O amor é “makrothumia”.

Cada pessoa é diferente. Se não tivermos paciência não viveremos bem.

Deus não fabrica robôs, Ele tem filhos. Filhos diferentes… por isso a necessidade de termos makrothumia para sabermos conviver em família.

Você já pensou quanto Deus tem sido paciente conosco?

1 TIM 1:16- … para que em mim, o pior dos pecadores, Jesus demonstrasse toda a grandeza de sua paciência!

Precisamos de makrothumia para ouvirmos as pessoas.
Em provérbios 14:29 diz que o homem paciente dá prova de grande entendimento.

A semente da paciência oferece crédito às pessoas que amamos.

Paciência/makrothumia nos dá empatia com o próximo.

Tenha paciência com você! Não exija mais do que você já está performando. Tenha paciência com os outros e com você!

A mesma atitude de Cristo Jesus: makrothumia!

Deus irá nos proporcionar situações onde precisaremos exercer a semente que recebemos: PACIÊNCIA.

Série Vida Plena – Parte 03
“Paz”

A paz bíblica não significa ausência de guerra, mas uma escolha para transformar as crises em crescimento espiritual.

Se não há paz em uma decisão, não devemos tomá-la, porque conforme dizem as Escrituras, “O Reino de Deus é paz, justiça e alegria no Espírito Santo”.

Um verdadeiro discípulo de Jesus não é um pacifista, mas um pacificador.

A palavra no grego para paz significa atar em unidade, que conotava um acordo de reconciliação em períodos sem harmonia. No sentido figurado, relaciona-se à tranquilidade interior, mesmo com as circunstâncias adversas. É advinda da salvação, um contentamento para passarmos por qualquer situação sem temor.

Na vida cristã, é um estado de espírito de alguém que age em unidade com suas emoções, com direção e segurança, reconciliando a alma com Deus.
O mundo é carente dessa paz, pois vive a trégua, não a paz que excede todo o entendimento. A trégua aparentemente te livra do inimigo, mas tira teu sono e não produz a liberdade e o contentamento.

Quem planta paz, recebe colheita abundante, porque:

1- A paz faz parte da nossa natureza espiritual. Fomos feitos para viver em paz e isso depende do Espírito, não de circunstâncias;
2- A paz faz parte da vida cristã intencional. Aquele que quer ser discípulo e aplica suas forças nisso, caminha com a perseverança da paz;
3- A paz é a base da nossa vida em comunidade. A Bíblia diz que devemos viver em paz uns com os outros e assim Deus se faz presente. A paz do Reino não é negligente, mas de exortação, para que todos vivam em harmonia;
4- A paz é parte da nossa missão de vida. Ela é o juiz dos nossos corações;
5- A paz é o alvo da nossa santidade ao Senhor. Deus não nos entregou um livro de regras, mas um manual do nosso funcionamento e nos deu livre arbítrio. Por isso, precisamos buscar a paz para viver, da forma como Deus deseja, sem peso;
6- A paz é o nosso destino em Cristo Jesus, nosso destino final. Se você deseja vencer o mundo, precisará ser com o fruto da paz.

Jesus nos deixou a paz para que sejamos agentes dela. Se Deus te enviou, prossiga com a garantia de paz e alcance vitória. Ore pedindo renovação da paz dentro de você!

Série Vida Plena – Parte 02
“Alegria”

A alegria vinda do Espírito Santo, é capaz de vencer qualquer aflição e problema que enfrentamos, porque ela é completamente espiritual.

Uma das traduções bíblicas de alegria é carisma, algo inexplicável, proveniente da graça de Deus, uma alegria abundante vinda do Senhor.

Paulo escreve aos Filipenses enquanto estava preso e a palavra mais utilizada por ele é alegria. São nessas horas difíceis que, assim como Paulo, precisaremos manifestar o fruto da alegria em nossas vidas. Não tem a ver com as emoções, mas vem do Espírito Santo. Aqueles que a possuem devem manter seus olhos na expansão do Reino de Deus, enxergando além do que os olhos naturais veem, porque nossa alegria precisa estar nas coisas espirituais.

Quem semeia a semente do carisma nunca fecha seu coração para a alegria. Não importa o que acontecerá, nossa alegria continuará se ela for proveniente de Deus. Paulo demonstra alegria em todos os processos de Deus em sua vida, focando na providência de Deus e não no problema. Paulo foi protegido de se irar contra Deus e a Igreja, porque teve seu coração guardado pela alegria.

A forma mais saudável e perto de Deus que podemos viver é quando no dia da dificuldade nos apresentamos em alegria diante dEle.
Embora haja tristeza ao nosso redor, Deus continua sendo bom e tem o controle de todas as coisas. Esse é o segredo daqueles que se mantêm alegres, não questionam a Deus.

Como reagimos às situações de tristeza em nossas vidas?
Paulo tinha um voto com Deus de não dar mal testemunho de Jesus, vivendo uma vida ética, de renúncia, mas com alegria, mesmo com as pressões, porque sabia os propósitos que Deus tinha para a sua vida.

Com esta verdadeira alegria, sabemos que o poder não vem de nós, por isso nos sentimos fortalecidos.
Aqueles que semeiam alegria sabem o preço que precisam pagar pelas coisas de Deus, e mesmo assim enfrentam todas as coisas pelo propósito. São pressionados, mas o que é extraído é o carisma.

Independentemente das situações, aqueles que vivem pelo Espírito vivem alegres.

Não viva abatido!
Busque o fruto da alegria e seja fortalecido para viver todo o propósito de Deus para a sua vida!

Série Vida Plena – Parte 01
“Amor”

A oliveira é o símbolo que Deus escolheu pra recomeçar a história da humanidade. Em Romanos 11:24, ela é usada como símbolo do lugar onde fomos enxertados e onde vivemos o fruto do Espírito Santo.

O AMOR é o mais importante gomo do fruto do Espírito Santo. Só teremos uma vida plena quando vivermos os 9 gomos deste fruto.

Lei da Semeadura – para manifestarmos o fruto, é preciso plantá-lo. A vida plena é de quem planta o AMOR.

Tipos de AMOR no grego:
1. Eros – amor romântico, amor entre cônjuges.
2. Storge – empatia, amor que se identifica com a pessoa.
3. Philia – amizade.
4. Ágape – o mais importante. O amor incondicional de Deus por nós! O amor que excede amizade, laços familiares, romance. É o amor que Jesus tem por nós!

Jesus pergunta 3 vezes a Pedro se ele o ama (ÁGAPE). E nas três vezes, Pedro corresponde com o amor (PHILEO)- amizade, companheirismo.

Só conhece a Deus quem conhece o amor ÁGAPE.

Para nos tornarmos plenos, precisamos ter e viver o amor ÁGAPE: é um amor que não faz conta, que amplia os nossos limites humanos.

Quem semeia o amor ÁGAPE:

1. Experimenta um novo nascimento espiritual, um renovo em Deus. Podemos nascer de novo todos os dias vivendo um renovo de Deus diariamente.

2. Colhe intimidade com Deus. Nunca se sente sozinho, porque Deus sempre vai fazer com que seu amor se apresente num momento difícil da vida.

3. Tem vida abundante em Cristo. Quem vive o ÁGAPE, vive por meio de Jesus, pela ótica do amor de Cristo.

4. Colhe o perdão dos pecados.

5. Colhe a comunhão com os irmãos.
Amar o ÁGAPE não significa concordar com tudo. Não é um sentimento: é uma decisão! Você decide amar, superar, reconsiderar.

6. Colhe crescimento e maturidade espiritual. O ÁGAPE vai nos aperfeiçoando.

Quem planta ÁGAPE vai colher uma vida saudável e frutífera.

Uma família poderosa não é uma família perfeita, é uma família saudável. A família é um laboratório de desenvolvimento cultural social humano, um lugar da manifestação da glória de Deus.

A parábola do filho pródigo, nos mostra uma família doente. Quando uma família precisa de cura?

1. Quando começamos a desejar a morte do outro. O filho pródigo estava esperando a morte de seu pai para receber sua parte. Quantas vezes desejamos a morte dos nossos ou até mesmo a nossa própria morte?

2. Quando o desejo de deixar é maior que o desejo de ficar. O filho pródigo manifesta uma ingratidão ao sair da casa de seu pai. Muitos vão embora sem causa pois tem um coração indomável e uma mente ambiciosa.

3. Quando dentro da família a festa do outro incomoda. Haviam 3 grandes fortalezas pecaminosas no coração do filho mais velho, quando o filho mais novo voltou para casa:

– A inveja: Nos impede de participar da festa que Deus está promovendo.
– A vingança: Quem não perdoa fica do lado de fora da festa e faz da sua vida um funeral.
– A amargura: A amargura é a raiz que dá origem à murmuração.

4. Quando em nosso coração desvalorizamos o que é valoroso para o pai. A família do filho pródigo se tornou descartável para ele. A rejeição daquilo que um dia foi desejado, se transforma na renúncia do amor.

Quando a cura acontece:

1° A cura da identidade. Quando o filho pródigo se encontrou caído, ele percebeu que tinha deixado sua identidade de filho. A tristeza nos faz reconhecer nosso erro, nos levando ao arrependimento profundo, a confessar e abandonar o pecado.

2° A cura da vergonha. O filho pródigo deixou a vergonha para estar de volta com o pai. O filho mais velho, ao confessar ao pai sua insatisfação, desencadeou um processo de cura em sua vida também.

3° A cura da paternidade. O pai foi o agente de transformação na casa. Ele esperou o dia que o filho voltou, pelo mesmo caminho que foi embora. Também cuidou do filho mais velho, lembrando-o da sua identidade, restaurando a paternidade.

Não viva como escravo sendo filho. Não existe família curada sem paternidade resolvida e identidade recuperada.